Corte sagital
Comparar o diâmetro da ponte com a distância entre a ponte e o osso occipital (BS/BSOB).
Na espinha bífida aberta ocorre redução da distância ponte–occipital, aumentando essa relação.
Quanto maior essa relação, maior a suspeita.
Neurossonografia · Defeitos do Tubo Neural
Guia prático para diagnóstico durante a ultrassonografia.
A espinha bífida aberta resulta da falha de fechamento dos arcos vertebrais posteriores, permitindo exposição do tecido neural.
Compreende principalmente:
No primeiro trimestre normalmente não visualizamos diretamente o defeito da coluna.
A suspeita é feita pelas alterações da fossa posterior.
Comparar o diâmetro da ponte com a distância entre a ponte e o osso occipital (BS/BSOB).
Na espinha bífida aberta ocorre redução da distância ponte–occipital, aumentando essa relação.
Quanto maior essa relação, maior a suspeita.
Pesquisar o Crash Sign.
O deslocamento posterior das estruturas da fossa posterior faz o mesencéfalo “colidir” contra o osso occipital, produzindo esse sinal característico.
Durante a avaliação do segundo trimestre, pesquisar sistematicamente:
Concavidade dos ossos frontais causada pela redução da pressão intracraniana.
É um importante sinal indireto de espinha bífida aberta.
O cerebelo torna-se alongado e curvado devido ao deslocamento caudal da fossa posterior.
É um dos sinais mais característicos da malformação de Chiari II.
Representa herniação caudal das estruturas da fossa posterior.
Está presente na grande maioria dos fetos com mielomeningocele.
A ventriculomegalia ocorre por obstrução da circulação liquórica secundária à malformação de Chiari II.
Sua progressão influencia diretamente o prognóstico e o planejamento cirúrgico.
Após confirmação da espinha bífida aberta:
Após gestação acometida por defeito aberto do tubo neural:
Material educacional externo.