Cardiologia Fetal · Ritmo

Frequência aumentada

Investigue o que pode ser observado antes de nomear a taquicardia.

Coração rápido não é um diagnóstico.

Primeiro descubra como átrios e ventrículos estão se relacionando.

Passo 1

Primeiro: quão rápido está?

Meça a frequência ventricular e, sempre que possível, a frequência atrial separadamente.

Passo 2

O ritmo é regular?

A frequência permanece praticamente igual de batimento a batimento?

A regularidade ajuda, mas ainda precisamos saber como A e V estão relacionados.

Passo 3

Para cada A existe um V?

AAAAVVVV

Determine a relação A:V.

Agora compare.

TSV

AAAAVVVV

A:V = 1:1

Átrio e ventrículo rápidos juntos.

FLUTTER ATRIAL

AAAAAAAAVVVVCONDUÇÃO 2:1

A > V

O átrio está muito mais rápido que o ventrículo.

Conte A e V antes de tentar dar nome à taquicardia.

Um passo além

Um passo além

Nas taquicardias com relação A:V 1:1, os intervalos AV e VA podem ajudar a estudar o mecanismo.

AAAAVVVV

Use esta etapa apenas para descrever os intervalos; a análise detalhada do mecanismo fica para o estudo avançado.

O coração está tolerando a taquicardia?

Depois de identificar o ritmo, veja a repercussão.

  • função ventricular
  • cardiomegalia
  • insuficiência valvar
  • derrame pericárdico
  • sinais de insuficiência cardíaca
  • hidropisia fetal

A presença de hidropisia indica maior repercussão hemodinâmica.

Fluxo para guardar

FREQUÊNCIA AUMENTADAIDENTIFIQUE A E VRELAÇÃO A:V1:1A > VFREQUÊNCIA E VARIABILIDADEÁTRIO MUITO RÁPIDOSINUSALTSVFLUTTER