Cardiologia Fetal · Ritmo
Taquiarritmia em que a frequência atrial é muito maior que a ventricular.
A > V
O átrio está muito rápido, mas nem todos os estímulos atravessam o nó AV.
Por isso, a frequência ventricular é menor que a atrial.
Frequência atrial geralmente muito elevada, aproximadamente 300–500 bpm.
Essa faixa é uma referência didática, não um critério rígido absoluto.
O ventrículo costuma responder em frequência menor, dependendo do grau de condução AV.
Condução 2:1
2 A : 1 V
Dois eventos atriais para cada resposta ventricular.
Essa condução AV protege o ventrículo de acompanhar toda a frequência atrial.
O grau de condução AV pode variar.
Por isso, a frequência ventricular pode ser regular ou apresentar alguma variabilidade.
A→V A→V A→V A→V
A:V = 1:1
Átrio e ventrículo rápidos juntos.
A A A A A A A A
V V V V
A > V
O átrio está muito mais rápido que o ventrículo.
Se existem mais A que V, pense em flutter antes de chamar de TSV.
Precisamos registrar A e V simultaneamente.
Quantos A existem para cada V?
2 A para cada V.
Isso corresponde a condução AV 2:1.
No flutter, o problema começa com um átrio muito rápido.
No BAV, o problema principal é a condução.
O flutter atrial é uma taquiarritmia por macroreentrada atrial.
O que importa primeiro no ultrassom é reconhecer que a frequência atrial é muito maior que a ventricular.
Hidropisia indica maior repercussão hemodinâmica.
Flutter em 4 passos
Conte A e V separadamente.