Síndrome
Craniossinostose sindrômica associada principalmente aos genes FGFR2 e FGFR1
Craniossinostose sindrômica caracterizada pela associação entre fechamento precoce das suturas cranianas e polegares e hálux largos e desviados. Deve ser suspeitada quando alterações do formato craniano estiverem associadas a anomalias típicas das extremidades.
🟢 Compatível com a vida
O prognóstico depende principalmente da gravidade da craniossinostose, das alterações respiratórias e das complicações neurológicas.
Principais marcadores
A associação entre craniossinostose e polegares/hálux largos representa o principal padrão de reconhecimento da Síndrome de Pfeiffer.
O diagnóstico é confirmado pela identificação de variante patogênica em FGFR2 ou FGFR1.
Destaques
A presença de polegares e hálux largos diferencia Pfeiffer da Síndrome de Crouzon.
A sindactilia é muito menos intensa do que na Síndrome de Apert.